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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016 - HISTÓRIA EM FOTOS - MERCEDES CLASSE E



TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Publicado originalmente em 15 de março de 2016

Até 1992, a letra E designava as versões com injeção eletrônica (Einspritzung, injeção de combustível em alemão) da série W124 da Mercedes, lançada em 1984, e vinha sempre no final do número que representava a cilindrada do motor (ex.: 320E, motor de seis cilindros 3.2).

Como a então nova tecnologia se expandiu para toda linha de sedãs médio-grandes da marca alemã, a letra acabou se tornando uma série, batizando todas as versões de carroceria, exceto as com motores a diesel, que recebiam a letra D. O sedã era simplesmente o 300E ou 300D (número como exemplo). A perua 280TE ou 280TD, e o cupê e conversível CE ou CD. 

Com o face-lift de 1992, a letra E foi oficializada como Classe, passando a vir antes do número, como E220 (motor quatro cilindros 2.2, 150 cv), E280 (seis cilindros em linha, 2.8, 197 cv), E420 (V8 4.2, 279 cv). 

Em 1995, o chamado Classe E foi reestilizado, ganhou linhas arredondadas e duplos faróis ovais. A terceira geração surgiu em 2002 (com face-lift em 2006), a quarta em 2009 (com face-lift em 2013) e agora a quinta geração, apresentada no post anterior. 


domingo, 15 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016 - SONHO DE CONSUMO - BMW i8


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS
Publicado originalmente em 12 de maio de 2016
Preço não atualizado


Se estivesse na década de 1980, o BMW i8 seria chamado de o carro do futuro. Mas já estamos no Século XXI e o futuro já começou, como diz a música da mensagem de fim de ano da Rede Globo de Televisão. E o i8 também já está à venda no Brasil. Os R$ 799.000 pedidos pelo cupê fazem dele um verdadeiro sonho de consumo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016: BABA, BRASIL! - FIAT TIPO

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Texto originalmente publicado em 19 de maio de 2016


Esta seção, normalmente, é frequentada por modelos da Renault e da Opel, mas agora é a vez da Fiat fazer a sua terceira participação com o ressuscitado Tipo (já falei do "novo" Doblò em 2011 e do 500X em 2014). Uma parte da culpa pela sua presença no Baba, Brasil! é a incerteza político-econômica do Brasil. A outra é a arrogância da marca italiana com fábricas em Betim (MG) e Goiana (PE).

No ano passado, a Fiat turca lançou o Aegea, um moderno sedã - construído sobre a plataforma do Renegade, da picape Toro e do 500x - que pretende substituir o Linea, derivado do Punto, que também nasceu lá. A matriz italiana gostou tanto do projeto, apesar da traseira muito curta e da caída um pouco brusca do teto, que decidiu vendê-lo em todo o continente europeu, mantendo a fabricação na Turquia. Mas para isso era preciso um nome mais apelativo e novas carrocerias.


Assim, ela decidiu resgatar o Tipo, que batizou o hatch médio da Fiat entre as décadas de 80 e 90 (mais precisamente 1988-1995), agora também num sedã. Curiosamente, a montadora já tinha feito isso com o antecessor do Novo Tipo, o Bravo, que por sua vez resgatou a versão de três portas do sucessor do velho Tipo. Deu pra entender? Só falta batizar o sucessor do novo Tipo de Stilo.

Fiat Tipo, vendido na Europa entre 1988 e 1995 e no Brasil entre 1993 e 1997

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016: COMPARATIVO - FIAT TORO 1,8 x RENAULT DUSTER OROCH 2.0

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO
Texto originalmente publicado em 28 de maio de 2016
Texto não atualizado. Preços até o fechamento do texto original



Praticamente juntas, Renault e Fiat criaram um novo segmento no mercado: o de picapes médio-compactas. É verdade que a marca francesa saiu na frente com a Oroch, mas isso porque já tinha um projeto pronto, tendo o trabalho apenas de enxertar uma caçamba no habitáculo do seu rústico SUV romeno Duster com os devidos reforços estruturais e na suspensão. Ambos são fabricados em São José dos Pinhais, PR. 

Já a Fiat precisou começar do zero com o projeto a partir da plataforma do Jeep Renegade (afinal, a marca italiana é dona da Chrysler). Com desenho mais elaborado, a Toro chegou depois, fabricada em Goiana, Pernambuco. Mas não demorou tanto. Foram apenas cinco meses, aproximadamente, de espera.

Entre as outras concorrentes do mercado, especula-se que a Ford seja a próxima a entrar no segmento que é uma evolução das antigas picapes compactas, como a Saveiro (que ganhou um face-lift diferenciado justamente para enfrentar estas novas picapes) e a velha Strada. Pensei em colocar a primeira, mas a picape da Volks está mais próxima em porte da Oroch, que também tem motor 1.6 e comprimento menor que a Toro (4,69 contra 4,92m).

Como as duas, por enquanto, ainda não têm concorrentes diretíssimas. podem ser consideradas grandes rivais, embora haja um desequilíbrio. Para atenuá-lo coloquei frente a frente a versão básica da Toro, a Freedom, com motor 1.8 Flex e a versão completa da Oroch, a Dynamique, com motor 2.0, também flex. O problema é que Fiat não oferece câmbio manual com este motor e a Renault ainda não oferece o automatizado Easy'R para a Oroch. 

Pensei em colocar a Toro a diesel, que é 2.0, mas a diferença de preço, que já é grande com o 1.8 (R$ 77.800 contra R$ 73.790 da Duster), ficaria abismal com a Freedom 2.0 4x2, que custa R$ 95.500. Ela até tem o câmbio manual (é a única versão com ele), mas aí já não tenho dados de teste. Assim, optei por um modelo de cilindrada menor com câmbio automático contra um de maior cilindrada com câmbio manual.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016: LANÇAMENTO INTERNACIONAL - VOLVO V90

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Originalmente publicado em 11 de abril de 2016


Em dezembro de 2015, eu apresentei, aqui no Guscar, a nova geração do sedã Volvo S90, sucessor do S80, já mencionando a versão perua que ainda seria lançada sobre a mesma plataforma modular SPA. E aqui está ela: a V90, um modelo para honrar a tradição da marca sueca neste tipo de carroceria.

Cada perua da história da Volvo teve a sua personalidade, mesmo a maioria tendo linhas retas e traseira vertical, como a 760, 850 e 960. Algumas até tiveram linhas arredondadas, como a V40, V50 e a V60. A V90 inscreve o seu nome na história com um estilo próximo do "shooting brake", mais esportivo e de teto baixo. As lanternas representam uma outra ousadia: um complexo L, que começa no vidro traseiro, invade a lateral e termina na tampa do porta-malas, com vincos convexos e a placa de licença entre elas. A designação VOLVO aparece próxima ao vidro. O resultado ficou um pouco poluído. O restante é igual ao do S90.

sábado, 7 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016: LANÇAMENTO - JAC T5

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
Texto original, publicado em 27 de março de 2016
Preços atualizados


Em 2015, o chinês JAC T6 foi anunciado como o utilitário médio com preço de compacto por diversos meios, inclusive o Guscar. Tanto que eu o incluí no comparativo contra os então recém-lançados SUVs compactos Honda HR-V, Jeep Renegade e Peugeot 2008, o então líder Ford Ecosport, o Chevrolet Tracker e o japonês Suzuki S-Cross. Infelizmente, ficou em último.

No mesmo texto eu dissera que o verdadeiro concorrente da turma seria o T5, que estava para chegar este ano. E aqui está ele. Com 4,33m de comprimento, 1,63m de altura, 1,77m de altura e 2,56m de distância entre-eixos, ele tem porte semelhante aos dos concorrentes, mas o formato das janelas, das lanternas traseiras e da frente fazem do T5 um Hyundai ix35 "anão". Se o T6 "copiou" a frente antiga, o T5 já simula o face-lift que o sul-coreano ganhou no Brasil e em outros países desfavorecidos. No entanto, a grade dianteira, demasiadamente trapezoidal e com frisos cromados, do chinês ficou um tanto desproporcional no tamanho.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

RETROSPECTIVA 2016 - CAMPEÕES DE AUDIÊNCIA

TEXTO (TRECHOS DO TEXTO ORIGINAL): GUSTAVO DO CARMO E MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO

Lançamento Nacional - Ford Edge (1.314)



Um dos modelos ícones do conceito de crossover, misto de perua e utilitário esportivo, o Ford Edge teve a sua segunda geração apresentada há dois anos. No texto de apresentação internacional, em 2014, eu encerrei dizendo que a sua vinda ao Brasil dependeria do ritmo de produção no Canadá e dos custos de importação.

Parece que o modelo demorou bastante, mas eu disse que ele só chegaria ao mercado norte-americano este ano, 2016. Se levarmos em consideração também a crise político-econômica em que vivemos, até que não demorou muito. Mas o Edge chegou ao país bem mais caro: na faixa dos 220 mil reais (R$ 229.900 para ser mais exato), em versão única (Titanium) e com o mesmo motor V6 3.5 das outras gerações.