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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

EM BREVE NO BRASIL - HYUNDAI CRETA

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


A vinda do Hyundai Creta para o Brasil é esperada desde antes do lançamento da nossa jabuticaba HB20, em 2012. É que os planos de produção da então futura fábrica de Piracicaba (SP) envolvia uma família de veículos composta por um hatch, um sedã e um utilitário esportivo.


Em 2014, foi lançado, na China, o ix25, um utilitário que acabou ficando com um estilo quadradão (lembra muito o Kia Soul), distante do arrojado Santa Fe, e porte do esperado utilitário do HB20 e também do i20, a versão global do HB. Só que a plataforma, por causa do espaço interno e do peso (tem aço de alta resistência), vem do Elantra e não do compacto.



No ano passado, o modelo ganhou o mundo com um novo nome: Creta, em homenagem à maior ilha da Grécia. Este ano chegou à América do Sul através do Chile e da Argentina. E no ano que vem, finalmente, após cinco anos, o Creta chegará ao mercado brasileiro e fabricado em Piracicaba. 

domingo, 25 de setembro de 2016

LANÇAMENTO - FORD EDGE 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTA QUATRO RODAS E CARRO


Um dos modelos ícones do conceito de crossover, misto de perua e utilitário esportivo, o Ford Edge teve a sua segunda geração apresentada há dois anos. No texto de apresentação internacional, em 2014, eu encerrei dizendo que a sua vinda ao Brasil dependeria do ritmo de produção no Canadá e dos custos de importação.

Parece que o modelo demorou bastante, mas eu disse que ele só chegaria ao mercado norte-americano este ano, 2016. Se levarmos em consideração também a crise político-econômica em que vivemos até que não demorou muito. Mas o Edge chegou ao país bem mais caro: na faixa dos 220 mil reais (R$ 229.900 para ser mais exato), em versão única (Titanium) e com o mesmo motor V6 3.5 das outras gerações.

domingo, 18 de setembro de 2016

HISTÓRIA - FIAT 147 40 ANOS

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Há quarenta anos, o Brasil dava as boas vindas a uma empresa que viria ser a última integrante de um quarteto que ainda hoje domina o mercado de automóveis do país, mesmo com o crescimento das novas marcas que chegaram nos anos noventa.

No dia 9 de julho de 1976, a Fiat foi o sexto fabricante de automóveis a entrar em atividade num país ainda governado pelos militares, que proibira, um ano antes, a importação de veículos. As montadoras da época eram a Volkswagen, a Ford, General Motors, Chrysler e Alfa Romeo. Quatro anos depois, a americana Chrysler seria adquirida pela Volks e a própria Fiat compraria integralmente a conterrânea, formando, enfim, as quatro grandes.

A partir de então iniciou-se uma história frequente de ousadias e pioneirismos. Com exceção da Alfa Romeo, que atuava em Xerém (RJ), todas as outras montadoras eram baseadas no estado de São Paulo. Os italianos escolheram Betim, em Minas Gerais, às margens da rodovia Fernão Dias, que liga os dois estados mais ricos do país, para montar a sua fábrica.


O modelo escolhido também foi para inovar. O 147 foi o primeiro carro verdadeiramente compacto desde o Romi-Isetta. E o primeiro com motor transversal dianteiro produzido no país. Sua base foi o 127, lançado na Itália em 1971 e o mais vendido na Europa naquela época.

Era um inédito hatchback de três portas. Configuração que o Chevette, um dos seus principais concorrentes, só viria a ter em 1980. Os outros adversários foram o Fusca e a Brasília, mais baratos que o 147, o que tornaria a sua estreia no mercado mais difícil. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

LANÇAMENTO - HONDA CIVIC 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO



Depois de dez anos, enfim, o Honda Civic está de cara nova. Ué? Mas a anterior geração não é de 2012? Sim, é. Mas o estilo era muito próximo ao de 2006, parecia um face-lift. A décima edição do modelo mais vendido da história da marca japonesa mudou até a alma. É um outro carro. A estrutura é feita em aço de alta resistência e mesmo assim está mais leve. O estilo sedã clássico deu lugar a um moderno fastback. Ou cupê de quatro portas, como os mais jovens preferem chamar.

O novo Civic também está bem maior. Os dez centímetros a mais no comprimento (agora de 4,64m) dão a impressão de que ele mudou de segmento, mas é apenas 2 cm maior que o arquirrival Toyota Corolla. A largura passou de 1,76m para 1,80m. Por causa da nova caída cupê, a altura baixou de 1,45 para 1,43m. Ao contrário do que sugere, a distância entre-eixos aumentou apenas 1 cm: de 2,69 para 2,70m.

sábado, 10 de setembro de 2016

COMPARATIVO - FORD FIESTA 1.0 ECOBOOST x HYUNDAI HB20 1.0 TURBO x PEUGEOT 208 1.2


TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO (NÍVEL DE RUÍDO)


Os motores de três cilindros chegaram aos compactos premium. Tudo bem que o Hyundai HB20 não é tão premium assim e já usa-o desde que foi lançado em 2012. Mas, agora, o propulsor do modelo sul-coreano fabricado em Piracicaba ganhou um turbocompressor, aumentando a potência de 75/80 para 98 e 105 cavalos.

O HB20 1.0 Turbo vai enfrentar neste comparativo dois modelos realmente premium, com os seus novos propulsores: o Fiesta e o 208. A Ford, enfim, trouxe para o Brasil o badalado 1.0 Ecoboost, com turbo e injeção direta, que aumentou a potência para 125 cavalos e lá na Europa também equipa o Focus. Infelizmente, ainda não é flex. Já o Peugeot, entretanto, não tem motor 1.0 e nem turbo, mas sim o 1.2 Pure Tech, também tricilíndrico e igualmente famoso no velho continente. Só que ele é flex. A Citroën, que faz parte do mesmo grupo, também colocou este motor no seu C3, que ficou de fora deste comparativo por já estar desatualizado na Europa. 

A marca francesa priorizou o consumo, anunciando-o como o melhor do país. A Hyundai o consumo e a agilidade no trânsito, sem fazer associação esportiva. E a Ford a eficiência energética, mas levou muito a sério (até demais) o conceito de premium. Colocou o Ecoboost como topo de linha, oferecendo-o exclusivamente na versão Titanium Plus, a mais completa, por exorbitantes R$ 72 mil. Consegue ser mais caro que o similar com motor 1.6, que custa R$ 70.690. Uma estratégia que pode comprometer a viabilidade deste excelente motor e facilitar a vida dos concorrentes no mercado. 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

LANÇAMENTO INTERNACIONAL - PEUGEOT 3008 2017

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO


Com o seu jeito de monovolume, o crossover Peugeot 3008 ainda era moderno. Mas carregava uma filosofia estética da marca francesa e uma plataforma ultrapassadas. Por isso, ganhou uma nova geração (a segunda) com plataforma modular EMP2, mais leve, e um estilo atualizado, mais próximo de um verdadeiro utilitário esportivo, que o 3008 sempre pretendeu ser. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

LANÇAMENTO - NISSAN KICKS

TEXTO: GUSTAVO DO CARMO | FOTOS: DIVULGAÇÃO
DADOS DE TESTE: REVISTAS QUATRO RODAS E CARRO (NÍVEL DE RUÍDO)



Mesmo com toda torcida contra, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro aconteceram e, até agora, deu tudo certo. A Nissan também espera que o seu primeiro SUV compacto, o Kicks, projetado especialmente para o Brasil, também dê e assuma a liderança de um concorrido mercado que tem Ford Ecosport, Honda HR-V, Jeep Renegade, Chevrolet Tracker e Peugeot 2008.

Para promovê-lo bem, a marca japonesa controlada pela Renault aproveitou o patrocínio à organização dos jogos, disponibilizou alguns exemplares do modelo como carro de apoio ao revezamento da tocha olímpica e finalmente o lançou no mercado exatamente no dia da linda cerimônia de abertura.